Desate as amarras em seu coração e voe... Voe pela luz interior que existe em sua alma... Desembrulhe sua personalidade e navegue... Navegue pelo mar divino existente em todo o cosmos... Destranque a sua mente e seja... Seja a essência divina, seja o outro, seja livre...
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Sobre liberdade espiritual e verdade, por Krishnamurti.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Queixas e Ressentimentos, por Eckhart Tolle
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Sobre a realização de nossos sonhos, por Prem Baba
Sobre Deus, por Prem Baba
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Sobre o pensamento, do livro "Os muitos caminhos da vida", de Val Eom
terça-feira, 23 de outubro de 2012
APRENDENDO A SILENCIAR A MENTE, por Osho
A
verdadeira meditação é sentar-se sem fazer nada — não usar seu corpo
nem sua mente. Se você começar a fazer alguma coisa, ou você entrará em
estado contemplativo ou estará concentrado, ou executará uma ação — de
toda forma, estará movendo-se para fora de seu centro.
Quando
você não estiver fazendo absolutamente nada, seja física ou mentalmente,
ou em qualquer outro nível, quando toda atividade houver cessado e você
estiver apenas sendo, isso é meditação.
Não a pratique, não a faça.
Apenas compreenda-a.
Sempre que você conseguir, pare todo o resto e encontre tempo para apenas SER.
Pensar também é fazer, concentrar-se também é fazer, contemplação é
fazer. Mesmo que seja um único momento em que você não esteja fazendo
nada e esteja apenas em seu centro, completamente relaxado, isso é
meditação.
E quando você se acostumar, poderá ficar nesse estado por quanto tempo quiser.
Com o tempo, poderá ficar nesse estado durante as 24 horas do dia se desejar.
Após ter experimentado esse estado de tranquilidade, então, aos poucos,
você começará a fazer coisas, mantendo-se alerta para que seu ser não
seja perturbado. Essa é a segunda parte da meditação.
Primeiro,
aprender a simplesmente ser, depois aprender pequenas ações: limpar o
chão, tomar banho, mas sempre mantendo-se no centro.
Por exemplo, você pode estar lendo esse post, mas sua meditação não será perturbada.
Pode continuar falando, mas em seu centro não há sequer um ruído.
Há apenas silêncio, silêncio absoluto.
A meditação não é contra a ação, pois sua vida continua e, na verdade,
torna-se mais intensa, mais cheia de alegria, com maior clareza, mais
visão e mais criatividade. Ainda assim, você está nas nuvens, um
observador nas montanhas, apenas vendo o que ocorre a seu redor, em seu
CENTRO.
Você não é aquele que faz, mas sim o que observa.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Ciência do Bem Viver, por Joanna de Angelis através de Divaldo Franco
quinta-feira, 15 de março de 2012
Se, por Prof. Hermógenes
Se, ao final desta existência,
Alguma ansiedade me restar
E conseguir me perturbar;
Se eu me debater aflito
No conflito, na discórdia…
Se ainda ocultar verdades
Para ocultar-me,
Para ofuscar-me com fantasias por mim criadas…
Se restar abatimento e revolta
Pelo que não consegui
Possuir, fazer, dizer e mesmo ser…
Se eu retiver um pouco mais
Do pouco que é necessário
E persistir indiferente ao grande pranto do mundo…
Se algum ressentimento,
Algum ferimento
Impedir-me do imenso alívio
Que é o irrestritamente perdoar,
E, mais ainda,
Se ainda não souber sinceramente orar
Por quem me agrediu e injustiçou…
Se continuar a mediocremente
Denunciar o cisco no olho do outro
Sem conseguir vencer a treva e a trave
Em meu próprio…
Se seguir protestando
Reclamando, contestando,
Exigindo que o mundo mude
Sem qualquer esforço para mudar eu…
Se, indigente da incondicional alegria interior,
Em queixas, ais e lamúrias,
Persistir e buscar consolo, conforto, simpatia
Para a minha ainda imperiosa angústia…
Se, ainda incapaz
para a beatitude das almas santas,
precisar dos prazeres medíocres que o mundo vende…
Se insistir ainda que o mundo silencie
Para que possa embeber-me de silêncio,
Sem saber realizá-lo em mim…
Se minha fortaleza e segurança
São ainda construídas com os materiais
Grosseiros e frágeis
Que o mundo empresta,
E eu neles ainda acredito…
Se, imprudente e cegamente,
Continuar desejando
Adquirir,
Multiplicar,
E reter
Valores, coisas, pessoas, posições, ideologias,
Na ânsia de ser feliz…
Se, ainda presa do grande embuste,
Insistir e persistir iludido
Com a importância que me dou…
Se, ao fim de meus dias,
Continuar
Sem escutar, sem entender, sem atender,
Sem realizar o Cristo, que,
Dentro de mim,
Eu Sou,
Terei me perdido na multidão abortada
Dos perdulários dos divinos talentos,
Os talentos que a Vida
A todos confia,
E serei um fraco a mais,
Um traidor da própria vida,
Da Vida que investe em mim,
Que de mim espera
E que se vê frustrada
Diante de meu fim.
Se tudo isto acontecer
Terei parasitado a Vida
E inutilmente ocupado
O tempo
E o espaço
De Deus.
Terei meramente sido vencido
Pelo fim,
Sem ter atingido a Meta.
http://www.youtube.com/watch?v=dD7lBownfBU
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Trecho do livro "A Arca", por Jair Tércio
"Ventava demasiadamente, e sentados num ambiente divino de uma serra, o Iluminado e a humanidade, contemplavam a montanha diante deles. Num determinado momento, ela perguntou-lhe: o que faz com que a montanha toque o céu?
domingo, 16 de outubro de 2011
A Cegueira Necessária, por Camilla Bomfim
Um dia quero aprender a não enxergar
Neste mundo no qual penso que tudo é real
Quero ser completamente cega para a ilusão
Quero ver a realidade com o olhar do coração
Um dia quero não ver meus amigos, minha família, meus pais
Quero não olhar ninguém, nem mesmo me enxergar
Quero somente amar e nada mais
Quero ver para crer que isso aqui não é real
Um dia quero não enxergar as pessoas como elas estão
Quero deixar de ver os papéis, o total disfarce
Quero despertar para ver quem verdadeiramente somos
Quero ver Deus em toda parte
Um dia, quando eu fechar meus olhos
Deixarei de ver tudo o que me faz ser cega
E enxergarei somente Deus e sua essência
Na humanidade já desperta.
domingo, 11 de setembro de 2011
Um modo de ser, autoria desconhecida.

Transcrevi essa poesia num pedaço de papel quando eu tinha 16 anos. Na época ela tocou profundamente o meu coração, mas eu ainda não entendia a profundidade de suas palavras. Esse papel ficou perdido por aí, durante 12 anos e só agora eu o encontrei e pude reler essas palavras que novamente me tocaram o coração, mas agora com um alcance muito mais absoluto e essencial. Desconheço a autoria, mas a publico aqui agora em agradecimento, respeito e admiração a seu autor, que conseguiu retratar um sentido da vida simples e belo, ignorado pela maior parte de nós.
A poesia não está apenas no encaixe harmonioso de palavras, mas nos belos atos, na forma simples de se viver, na energia amorosa que a tudo envolve, na essência do que realmente somos. Muitos poetas nem sabem escrever, mas vivem poesia a cada minuto de suas exietências. Outros escrevem belos amontoados de palavras, mas não experimentam a poesia em sua forma real e profunda: o viver simples e iluminado, muita vezes silencioso no dia a dia, na arte de se viver amando sem esperar nada em troca.
Uma poesia real, cheia de energia e vida:
"Todos os dias viverei da vida um tanto:
Mas não demais, antecipando o que não veio,
Nunca de menos, precipitando o desencanto.
Todos os dias serei inteira, plena, forte e iluminada,
E tudo quanto o que me torno,
Quando alinho minha alma aos contornos do Sagrado:
No amor, completa;
Na palavra, certeira;
No trabalho, agradecida;
No viver, simplificada
E no carinho, doce
Tecendo e refazendo laços.
Seja esta a força que me leve e que conduza meus abraços.
Companheira da Verdade, deixo sempre que ela fale,
Pois no silêncio não há nada que a oculte ou que a cale.
Todos os dias serei um pouco menos de mim, no fundo;
E sempre mais um tanto assim: comum, do mundo."
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Desempenhando papéis, por Camila Nunes









