Desate as amarras em seu coração e voe... Voe pela luz interior que existe em sua alma... Desembrulhe sua personalidade e navegue... Navegue pelo mar divino existente em todo o cosmos... Destranque a sua mente e seja... Seja a essência divina, seja o outro, seja livre...
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Onde cabem os sonhos?
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Trecho do livro "A Arca", por Jair Tércio
"Ventava demasiadamente, e sentados num ambiente divino de uma serra, o Iluminado e a humanidade, contemplavam a montanha diante deles. Num determinado momento, ela perguntou-lhe: o que faz com que a montanha toque o céu?
domingo, 16 de outubro de 2011
A Cegueira Necessária, por Camilla Bomfim
Um dia quero aprender a não enxergar
Neste mundo no qual penso que tudo é real
Quero ser completamente cega para a ilusão
Quero ver a realidade com o olhar do coração
Um dia quero não ver meus amigos, minha família, meus pais
Quero não olhar ninguém, nem mesmo me enxergar
Quero somente amar e nada mais
Quero ver para crer que isso aqui não é real
Um dia quero não enxergar as pessoas como elas estão
Quero deixar de ver os papéis, o total disfarce
Quero despertar para ver quem verdadeiramente somos
Quero ver Deus em toda parte
Um dia, quando eu fechar meus olhos
Deixarei de ver tudo o que me faz ser cega
E enxergarei somente Deus e sua essência
Na humanidade já desperta.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Percepção da UNIDADE
Denise da Mata - 23/03/10
domingo, 25 de setembro de 2011
Um manifesto contra o FANATISMO
"E conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará..." (Jesus Cristo)
Estava agora a pouco passeando por algumas redes sociais e observando postagens, frases e perfis dos mais diversos tipos de pessoas. Gosto de observar o ser humano e ver como ele passeia por esse mundo das mais diferentes maneiras: as mais simples às mais conturbadas. Percebi que, apesar de abraçar a tese de que de tudo se tira algo de bom, uma coisa me incomoda profundamente, quase que como uma implicância de minha parte: o fanatismo à alguma idéia ou pessoa. Pensando sobre o assunto, logo me veio à mente a citação crística mencionada acima: "E conhecereis a verdade; e a verdade vos libertará."
Que idéia temos da verdade? Que idéia temos da liberdade? Estamos ainda tão entregues ao fanatismo, aos achismos e às verdades absolutas que nem nos enxergamos como seres ainda presos nos próprios pensamentos, nem sabemos quem realmente somos essencialmente. De fato, a meu ver, o fanatismo é a pior doença a que a raça humana está sujeita, e a que mais causou mal a esse planeta. Hoje em dia, na era em que a democracia e os direitos humanos são difundidos globalmente, essa postura doentia se esconde com os mais distintos disfarces, mas nem por isso torna-se menos ofensiva à existência cósmica.
O fanatismo nasceu do separativismo, da nossa mania triste de amar de maneira segregadora e excludente. "Se eu amo esse ideal, odeio todos os outros. Se essa opinião é verdadeira, todas as outras são erradas. Se minha religião é boa, as outras são ruins. Se acredito nessa filosofia, desacredito de todas as outras." Pensamos por exclusão, sentimos com separação, e isso gera essa doença chamada fanatismo. Sinto um arrepio na espinha cada vez que vejo nossa tendência a enaltecer pessoas e transformar boas idéias em verdades absolutas. Tantas filosofias fantásticas foram deturpadas porque acabaram por se transformar em religião! Tantos mestres e pessoas iluminadas têm seus nomes e imagens mais valorizados que suas mensagens, tornando-se ídolos quando apenas queriam ser professores!
Deixamos de pensar por nós mesmos, para repetir aquilo que decidimos abraçar; e abraçar alguma causa para nós é quase sempre rejeitar todas as outras. Acho isso realmente muito triste, além de perigoso. Nenhum ser humano é infalível e nenhuma filosofia, seja espiritual, política ou dogmática, deveria ser acolhida sem antes passar pelo prisma da Consciência interna, porque esta sim, sabe nos guiar em unidade, longe da segregação ditada pelo ego.
Devemos estar com as pessoas porque as amamos, não porque acreditamos em tudo o que falam. Todo ser humano é por natureza falível, e devemos ter plena ciência disso em todas as ocasiões. Sinto calafrios cada vez que vejo alguém repetindo e discutindo as idéias alheias como se fossem uma única verdade, ou quando as pessoas guiam-se pelos passos de outros como se algum mestre pudesse fazer o trajeto que cabe a cada um de nós. Não sou contra a devoção, muito pelo contrário: acho que é através da devoção que exercemos nossa humildade, que reconhecemos nossa pequenez e condição de aprendizes. Apenas acho que esse é um sentimento íntimo, que se vive no coração, nos compartimentos da alma. Mas, infelizmente, nossa existência doentia faz com que a devoção exteriorizada se transforme em rituais, e quase sempre, o que deveria ser uma manifestação torna-se um meio, um instrumento. Passamos a precisar de rituais para alcançar algo que existe em nós, e eis mais um caminho para o fanatismo.
Não deveríamos ter medo de questionar, ou preguiça de pensar por nós mesmos. Precisamos sim, é sempre ter o cuidado de não nos tornarmos fanáticos por nossas próprias idéias, dependentes de seguidores, pupilos ou elogios. Que aprendamos a ser livres! Devemos descobrir em nós a verdade que liberta, e abandonar as que nos escravizam. A segregação é a pior forma de escravidão porque limita nosso pensamento, limita nosso sentir, limita nosso aprendizado. Tudo aquilo que vai de encontro ao que achamos ser, pode ser muito salutar. O que nos contraria, quase sempre nos ensina mais do que o que se encaixa em moldes pré-existentes.
Amar uma pessoa, acreditar no que ela diz, abraçar seu ideal de vida e trabalhar em prol de um mesmo princípio não pode fazer de nós um indivíduo fanático, que passa a ter aquilo como única filosofia bela e grandiosa nesse planeta. Pelo contrário, o Amor nos faz abraçar causas com consciência e respeito a tudo o mais. São muitas as verdades ensinadas à essa humanidade, mas apenas uma a que nos liberta: aquela guardada no íntimo de nossos espíritos, longe dos preconceitos e dos achismos, protegida das opiniões segregadoras e das posturas fanáticas.
Que saibamos abraçar aquilo que nos aquece a alma, sem que seja necessário excluir tudo o mais a nossa volta! Que saibamos ter uma fé consciente, sem radicalismos ou conceitos infalíveis! Que sejamos devotos de algo muito maior existente em nós, sem necessidade dos rituais e formalismos religiosos! Que aprendamos com aquilo com que não concordamos, com humildade e simplicidade! Que saibamos extrair o que há de mais belo em todos os ideais, sem a pretensão de julgar como feio o que nos parece diferente! Que sejamos aprendizes dos mestres e sábios desse planeta, os de agora ou os do passado, sem que seja necessário colocá-los num altar ou jogar sobre os ombros deles o peso do "não errar"! Que olhemos para dentro de nós em busca da verdade, ao invés de procurar por ela nas pessoas ou nas idéias alheias, para que finalmente sejamos livres: livres para discordar, para pensar, para sentir, para aceitar e, finalmente, livres para viver aonde o belo se fizer mais presente, aonde os conceitos são apenas lições diferentes de um único livro que todos temos o privilégio de estudar!
domingo, 11 de setembro de 2011
Um modo de ser, autoria desconhecida.

Transcrevi essa poesia num pedaço de papel quando eu tinha 16 anos. Na época ela tocou profundamente o meu coração, mas eu ainda não entendia a profundidade de suas palavras. Esse papel ficou perdido por aí, durante 12 anos e só agora eu o encontrei e pude reler essas palavras que novamente me tocaram o coração, mas agora com um alcance muito mais absoluto e essencial. Desconheço a autoria, mas a publico aqui agora em agradecimento, respeito e admiração a seu autor, que conseguiu retratar um sentido da vida simples e belo, ignorado pela maior parte de nós.
A poesia não está apenas no encaixe harmonioso de palavras, mas nos belos atos, na forma simples de se viver, na energia amorosa que a tudo envolve, na essência do que realmente somos. Muitos poetas nem sabem escrever, mas vivem poesia a cada minuto de suas exietências. Outros escrevem belos amontoados de palavras, mas não experimentam a poesia em sua forma real e profunda: o viver simples e iluminado, muita vezes silencioso no dia a dia, na arte de se viver amando sem esperar nada em troca.
Uma poesia real, cheia de energia e vida:
"Todos os dias viverei da vida um tanto:
Mas não demais, antecipando o que não veio,
Nunca de menos, precipitando o desencanto.
Todos os dias serei inteira, plena, forte e iluminada,
E tudo quanto o que me torno,
Quando alinho minha alma aos contornos do Sagrado:
No amor, completa;
Na palavra, certeira;
No trabalho, agradecida;
No viver, simplificada
E no carinho, doce
Tecendo e refazendo laços.
Seja esta a força que me leve e que conduza meus abraços.
Companheira da Verdade, deixo sempre que ela fale,
Pois no silêncio não há nada que a oculte ou que a cale.
Todos os dias serei um pouco menos de mim, no fundo;
E sempre mais um tanto assim: comum, do mundo."
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
O despertar interior como base para as relações humanas

As relações humanas só podem ser melhoradas com o devido processo de transmutação de nossas mazelas interiores: não há outra forma. Já é chegado o tempo da maturidade espiritual! Enfrentar as próprias limitações é um grande desafio, mas nós sempre soubemos que o caminho de volta para casa seria árduo. Não existe outra opção: ou aceitamos agora o desafio da auto-cura emocional e espiritual, ou continuamos como tolos culpando os outros por nosso sofrimento.
Toda dor, sem exceção, é causada por nós mesmos. E em nossa cretinice, nos perdemos tentando responsabilizar as pessoas por nossa frustração e fracasso pessoal. A estrada é estreita e árdua. Há de se assumir as consequências dos equívocos pessoais e entender que as pessoas a nossa volta apenas RE-AGEM ao que demonstramos ser. Inseridos em uma ilusão onde todos reajem ao que vêem, aquele que age de acordo com o que essencialmente É é o único capaz de enxergar a realidade e atuar nela. Já é chegada a hora de despertar! Não há mais tempo a perder com discussões estéreis e sentimentos transitórios menores, por mais dolorosos que pareçam ser. Repito: a estrada é estreita e árdua, mas sabíamos, quando nos perdemos por vontade própria, que a jornada de volta seria difícil.
Agora o caminho apresenta-se, e já somos capazes de perceber que ele esteve o tempo todo aqui, em nós, e não há mais como ignorar isso. Apenas o mergulho em nós mesmos e a cura de cada sentimento ainda inferior pode abrir o portal que elevará nossa consciência nos levando de volta ao lar. Já é hora de entrarmos em sintonia com isso para que a elevação de nossa consciência traga o reino de Deus à terra. Cada indivíduo que abre em si o portal e assume a dificuldade do caminho, começa a retornar, e cada passo na trajetória de volta para casa é uma execução do “venha a nós o vosso reino”, pois que o reino de Deus está dentro de nós, como bem disse o mestre.
Nós temos a responsabilidade e não há mais como fugir disso com distrações menores. Quantos começarão a caminhar, como filhos crescidos que são, e quantos ainda permanecerão perdidos, imersos no próprio sofrimento, incapacitados por sua própria tolice de enxergar a estrada libertadora dentro de si? Quem ainda é tão tolo a ponto de achar que a liberdade viria sozinha até todos nós? Temos que conquistá-la, a custo de muito esforço pessoal, mas é sempre um preço que vale a pena se pagar.
Podemos adiar o mergulho em nós mesmos o quanto quisermos, podemos ignorar o que temos que fazer e continuar gastando nossa energia em distrações cotidianas criadas por nosso próprio ego, mas um dia teremos que enfrentar a única coisa da qual ser algum pode escapar: a própria consciência e os registros nela do quanto se trabalhou em prol do melhoramento íntimo. Se o caminho será mais ou menos longo, mais fácil ou não, isso depende do livre arbítrio de cada um, e cada ser, lá no fundo de sua alma, sabe que, por mais que se adie, por mais que se engane com declarações do tipo “mais isso é tão difícil”, “eu não consigo”, apenas o mergulho em si mesmo e a cura das próprias mazelas nos trará paz e plenitude. Não há outra forma. Aprender a amar incondicionalmente é a única maneira de voltarmos a ser feliz e todos sabemos disso.
Resta saber até quando nos enganaremos e adiaremos o exercício do amor, com a pobre desculpa da dificuldade de se amar sem esperar nada em troca e de enxergar nossos próprios defeitos. Sim, é difícil! Sempre soubemos que seria assim, porém, ainda mais difícil é permanecer cego, preso numa ilusão de sofrimento que nós mesmos criamos e, no entanto, nessa dor insistimos em permanecer. Que não perdamos mais tempo! Nosso lar nos espera e o reino dos céus já está aqui, dentro de nós. Basta apenas que tenhamos olhos para ver, como filhos crescidos que já somos.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Desempenhando papéis, por Camila Nunes
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Enfermidades.

Há moléstias que têm, sem dúvida, função preponderante nos serviços de purificação do espírito, surgindo com a criatura no berço ou seguindo-a, por anos a fio, na direção do túmulo.
As inibições congeniais, as mutilações imprevistas e as enfermidades dificilmente curáveis catalogam-se, indiscutivelmente, na tabela das provações necessárias, como certos medicamentos imprescindíveis figuram na ficha de socorro ao doente; contudo, os sintomas patológicos na experiência comum, em maioria esmagadora, decorrem dos reflexos infelizes da mente sobre o veículo de nossas manifestações, operando desajustes nos implementos que o compõem.
Toda emoção violenta sobre o corpo é semelhante a martelada forte sobre a engrenagem de máquina sensível, e toda aflição amimalhada é como ferrugem destruidora, prejudicando-lhe o funcionamento.
Sabe hoje a medicina que toda tensão mental acarreta distúrbios de importância no corpo físico.
Estabelecido o conflito espiritual, quase sempre as glândulas salivares paralisam as suas secreções, e o estômago, entrando em espasmo, nega-se à produção de ácido clorídrico, provocando perturbações digestivas a se expressarem na chamada colite mucosa. Atingido esse fenômeno primário que, muita vez, abre a porta a temíveis calamidades orgânicas, os desajustamentos gastrointestinais repetidos acabam arruinando os processos da nutrição que interessam o estímulo nervoso, determinando variados sintomas, desde a mais leve irritação da membrana gástrica até a loucura de abordagem complexa.
O pensamento sombrio adoece o corpo são e agrava os males do corpo enfermo.
Se não é aconselhável envenenar o aparelho fisiológico pela ingestão de substâncias que o aprisionem ao vício, é imperioso evitar os desregramentos da alma que lhe impõem desequilíbrios aviltantes, quais sejam aqueles hauridos nas decepções e nos dissabores que adotamos por flagelo constante do campo íntimo.
Cultivar melindres e desgostos, irritação e mágoa é o mesmo que semear espinheiros magnéticos e adubá-los no solo emotivo de nossa existência, é intoxicar, por conta própria, a tessitura da vestimenta corpórea, estragando os centros de nossa vida profunda e arrasando, consequentemente, sangue e nervos, glândulas e vísceras do corpo que a Divina Providência nos concede entre os homens, com vistas ao desenvolvimento de nossas faculdades para a Vida Eterna.
Guardemos, assim, compreensão e paciência, bondade infatigável e tolerância construtiva em todos os passos da senda, porque somente ao preço de nossa incessante renovação mental para o bem, com o apoio do estudo nobre e do serviço constante, é que superaremos o domínio da enfermidade, aproveitando os dons do Senhor e evitando os reflexos letais que se fazem acompanhar do suicídio indireto.”
(Francisco Cândido Xavier/Emmanuel - do livro, Pensamento e Vida)
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Agradecimento e reflexões.

Queria, de coração, agradecer a todos os meus amigos e familiares pela ajuda, carinho e compreensão nos momentos difíceis que passei nos últimos dias. Tem um provérbio que diz: "Mais valem as atitudes, porque palavras o vento leva". Todo vocês tiveram para comigo pequenas atitudes, gestos sutis, que demonstraram que posso contar com vocês. Às vezes temos a pretensão de pensar que podemos seguir sozinhos e independentes, mas os problemas físicos nos mostram o que significa de fato que TODOS SOMOS UM. Olhar para dentro de si é muito diferente que olhar apenas para si. Olhar para dentro de si é enxergar o outro em você, e enxergar-se dentro do outro. É isso que faz com que estejamos juntos de fato!!! Agradeço a Deus por perceber e sentir isso em todos vocês. Agradeço pelos telefonemas, mesmo os rápidos apenas para saber notícias; pelas mensagens no facebook e orkut; pelos emails, pelos SMS no celular, pelas visitas, pelas orações e vibrações pelo meu restabelecimento físico.
Obrigada especialmente a minha família!!! A Déia, que dormiu comigo no hospital e tem cuidado da minha cirurgia, a Nana que se desdobrou entre os filhos, o trabalho e a casa, mas mesmo assim esteve comigo em todos os momentos perdendo noites por minha causa, a minha mãe, Vera, que cuidou de mim com tanto amor e se preocupou tanto, a meu pai que ficou em casa preocupado e meio sem saber como ajudar, a Vilma que mesmo tendo saída cansada depois de um plantão de 24 horas passou a manhã comigo no hospital, a Marcelo que ficava pra lá e pra cá preocupado, e que me olhou com tanto amor no corredor do hospital que me fez ter certeza de que tudo ia ficar bem, a Tuca que ficou até às 3 horas da manhã esperando que eu saísse da cirurgia com vida, orando por mim, a meus sobrinhos lindos, Ariel, Matheus e Bia, que me ligavam e me olhavam dizendo: "Tia, não faz isso com a gente.". Amo vocês!!! Não poderia pensar em família melhor para ter, em pessoas melhores para me ensinar a viver, para estar comigo dividindo essa vida inteira. Obrigada, obrigada, obrigada!!!
Obrigadas as minhas primas, principalmente a Vanessa, Camila, Larissa e Eliane, pelos telefonemas e risadas que me fizeram dar, mesmo sem que eu pudesse rir. A meu primo, Flávio, que foi tão lindo e tão maravilhoso ao se oferecer pra participar da vaquinha pra pagar a cirurgia. A minha avó linda, Maria, que me ligou chorando todos os dias, e que agora está também se recuperando de uma cirurgia na perna. A meu tio Armindinho, tia Sônia e tia Zarinha e meu primo Eduardo pelas palavras de amor, a meu tio Zilmar, que amo demais, que ligou e me ajudou a pagar a conta do hospital.
A meus amigos queridos, que mandaram mensagens pela net, ou pelo celular, querendo saber como eu estava. Principalmente a Jane por ter estado no hospital comigo, mesmo no dia em que fiquei internada pelo SUS, tendo ela que entrar escondido no hospital pra me ver...rsrs. A Camila e Matheus pelas visitas e pelo Dannete...rsrs. A Gilberto, Abdinak e Sandra, Bel, Deyzi, Jean, Rosana,Vanessa, Indira, Karla, Daniela, Kaíke, Celene, Hélzio, ao pessoal do grupo Sai Baba de Salvador, ao pessoal da igreja batista que orou por mim, ao pessoal do Caminheiros da Esperança também.
Obrigada aos que estavam de longe, ligando e me dando força, me falando palavras de encorajamento. Richard, Mel, Jeane, Giane: vocês não tem idéia do quanto me ajudaram nesses dias de dor.
Obrigada principalmente a Dr. Tainã, que fez minha cirurgia com muita competência e humanidade e demonstrou ser, por toda a ajuda que me deu no pós cirurgia, não só um ótimo profissional mas um grande ser humano.
Obrigada também aos que não ligaram, mas pensaram em mim.
Agradeço a Deus por todo o aprendizado, por toda a transformação que esse momento me traz e por estar cercada de tanto amor e amizade.
Cada um de nós é um barquinho neste oceano cósmico, mas é também uma gota d'água. Para velejar em segurança e chegar a nosso destino, temos que direcionar o barco, cuidar dele, fazer a devida manutenção, mas necessitamos das gotas d'água porque são elas que nos levam ao porto seguro, apenas através delas podemos velejar. Obrigada a todas as gotas d'águas da minha vida por me ajudarem a cuidar do meu barco.
Amor, amor e amor...sempre!!!




